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E-commerce registra primeiro recuo de vendas durante a pandemia

VENDAS DE E-COMMERCE REGISTRAM PRIMEIRO RECUO DESDE O INÍCIO DAS RESTRIÇÕES POR COVID-19

EBIT|NIELSEN: VENDAS DE E-COMMERCE REGISTRAM PRIMEIRO RECUO DESDE O INÍCIO DAS RESTRIÇÕES POR COVID-19

Produtos de giro rápido (FMCG) se mantém estáveis na semana
Próximo período deve apresentar resultados impulsionados pelo Dia dos Namorados
Apesar de queda semanal, e-commerce cresceu 42,9% entre fim de janeiro e meados de maio
Dados da 41ª edição do Webshoppers apontam que e-commerce já é parte da vida do consumidor

São Paulo, 01 de junho de 2020. As vendas online no Brasil registraram retração de 5,1% na terceira semana de maio, na comparação com a semana anterior, causada pelo menor número de pedidos. Este foi o primeiro recuo desde o início da fase de isolamento social em março, segundo aponta o levantamento mais recente da Ebit|Nielsen, referência na análise de dados de e-commerce no Brasil.

Entre os segmentos com baixa performance na semana estão Eletrodomésticos (-10,7%), Eletrônicos (-5,4%), Informática (-8,8%), Moda & Acessórios (-7,1%) e Perfumaria & Cosméticos (-6,9%). Apenas Telefonia & Celular registrou desempenho positivo, com leve alta de 1,9%.

Apesar de um resultado negativo na semana, a líder da Ebit|Nielsen, Julia de Avila, avalia que as vendas online no país seguem em um dos maiores patamares desde o início de fevereiro deste ano.

"As compras online já são parte da vida dos consumidores. Se compararmos a semana de 19 a 25 de maio com o período de 25 de janeiro a 3 de fevereiro deste ano, veremos um aumento de 42,9% nas vendas. Entre os destaques para essa tendência de crescimento, está a categoria de giro rápido (FMCG)?, explicou Ávila.

Com ênfase nas vendas e crescimento desde o início da fase de restrições para contenção do coronavírus, a categoria de produtos de alto consumo ou giro rápido (FMCG) tiveram comportamento estável entre os dias 19 e 25 de maio, em relação à semana anterior, com variação de -0,7%. Neste segmento, observou-se o aumento do prazo de entrega dos pedidos, saltando de 15 para 17 dias, depois de duas semanas com períodos de entrega menores.

Em giro rápido (FMCG), os produtos com maior crescimento no período analisado foram: Bebidas Alcoólicas (+65%), Tratamento para Mãos e Pés (+3,1%) e Papinhas para Bebê (+2,8%). Entre os itens com maior retração na semana, estão Bronzeadores (-32%), Cesta Básica (-31%) e Água de Colônia (-29%).

Pela frente, a Ebit|Nielsen projeta um crescimento superior ao de 2019 para as vendas online do Dia dos Namorados. Segundo os dados da empresa, o período pré-Dia dos Namorados, em 2019, foi a sexta data sazonal mais importante do e-commerce brasileiro. No ano passado, as Top 5 categorias de alto interesse para data foram: Celular & Smartphone, Livros, TV, Blusa Feminina e Vinho.

41ª EDIÇÃO DO WEBSHOPPERS l PANOR MA E-COMMERCE EM 2019

O e-commerce tornou-se parte da vida do consumidor brasileiro. Mais acostumado às compras online, ele diversificou a ida aos canais, ampliou o volume de compras, impulsionando os resultados do setor: que ultrapassaram a marca de R$ 60 bilhões em faturamento e atingiram 148 milhões de pedidos. Os dados integram a 41ª edição do Webshoppers, o mais amplo relatório sobre e-commerce do país, elaborado semestralmente pela Ebit|Nielsen - em parceria com a Elo.

No ano passado, o faturamento do e-commerce brasileiro cresceu 16,3%, para R$ 61,9 bilhões, impulsionado pelo aumento de 21% no número de pedidos, alcançando 148 milhões de compras online frente a 123 milhões em 2018.

O aumento do número de pedidos foi acompanhado pelo maior número de novos consumidores: apenas em 2019, 10,7 milhões de pessoas estrearam suas compras no ambiente online, alta de 9% sobre 2018.

O 41º Webshoppers também identificou que o crescimento dos pedidos com frete grátis auxiliou na melhora de desempenho dos canais. As compras online, sem pagamento de frete, representaram 48% do total em 2019, com um aumento de 28% nos pedidos desse tipo, versus ano anterior. Já o frete pago teve expansão de 15%.

Brasileiro expande compras online

MAIS CONECTADO, BRASILEIRO EXPANDE COMPRAS ONLINE; RESULTADO ACUMULADO DE 2020 JÁ CHEGA A 32% DO ANO PASSADO

EBIT|NIELSEN: MAIS CONECTADO, BRASILEIRO EXPANDE COMPRAS ONLINE; RESULTADO ACUMULADO DE 2020 JÁ CHEGA A 32% DO ANO PASSADO

Aumento do volume de pedidos é o que impulsiona o e-commerce no Brasil
Em 2019, 10,7 milhões de novos consumidores fizeram compras online
Mobile avança e mostra tendência cada vez mais forte de compras na palma da mão
Pandemia de COVID-19 traz nova realidade de consumo online

São Paulo, 11 de maio de 2020. O e-commerce tornou-se parte da vida do consumidor brasileiro. Mais acostumado às compras online, ele diversificou os canais que utiliza, ampliou o volume de compras, impulsionando os resultados do setor: que ultrapassou a marca de R$ 60 bilhões em faturamento e atingiu 148 milhões de pedidos. Os dados integram a 41ª edição do Webshoppers, o mais amplo relatório sobre e-commerce do país elaborado semestralmente pela Ebit|Nielsen - em parceria com a Elo.

"O resultado do e-commerce têm números superlativos. Mostra que o ambiente online realmente virou a sala da casa dos brasileiros, ele se sente confortável ali", afirmou a líder de Ebit|Nielsen, Julia de Ávila. "Não por acaso, o resultado do faturamento nos quatro primeiros meses deste ano somou R$22,9 bilhões (De 01 de janeiro até 30 de abril de 2020), 32% do resultado de todo 2019", afirmou referindo-se ao desempenho em meio à pandemia da COVID-19.

No ano passado, o faturamento do e-commerce brasileiro cresceu 16,3%, para R$ 61,9 bilhões, impulsionado pelo aumento de 21% no número de pedidos, alcançando 148 milhões de compras online frente a 123 milhões em 2018.

O aumento do número de pedidos foi acompanhado pelo maior número de novos consumidores: apenas no ano passado, 10,7 milhões de pessoas estrearam suas compras no ambiente online, alta de 9% sobre 2018.

"Com os brasileiros mais conectados em seus computadores, tablets ou celulares, a compra online tornou-se algo quase natural", disse Julia. "Um dos segmentos de canal que mais cresceu foi o de Autosserviço", acrescentou a líder de Ebit.

O 41º Webshoppers identificou que o crescimento dos pedidos com frete grátis auxiliou na melhora de desempenho dos canais. As compras online, sem pagamento de frete, representaram 48% do total em 2019, com um aumento de 28% nos pedidos desse tipo. Já o frete pago teve expansão de 15%.

Black Friday Region 2019

VEJA ABAIXO OS DETALHES DAS PRINCIPAIS TENDÊNCIAS APRESENTADAS NA 41ª EDIÇÃO DO WEBSHOPPERS:

MOBILE SEGUE TENDÊNCIA DE ALTA

O relatório, produzido pela Ebit|Nielsen, indica que as compras via mobile vem ganhando importância e que, em novembro - mês da Black Friday, elas superaram as aquisições feitas em desktops.

Em 2019, o faturamento total de mobile foi de R$ 25,9 bilhões, variação positiva de 55% sobre o ano anterior, o que representou 41,8% do faturamento total (ganho de importância de 10.5 pontos percentuais versus 2018).

Essa expansão foi promovida pelo aumento em volume de pedidos por celulares, que chegou a 68,5 milhões no ano passado, variação de 60% versus 2018.

AUTOSSERVIÇO APRESENTA MAIOR CRESCIMENTO

Segundo o Webshoppers 41º, o canal Autosserviço aumentou seu faturamento online em 63% em 2019, comparando com o ano anterior. Já a quantidade de pedidos avançou 61%.

Logo na sequência, quem desponta nas vendas online é o canal Farmácia, com alta de 32% em seu faturamento e 30% no volume de compras. Perfumaria também despontou, ampliando em 30% o faturamento no ano, com 19% de aumento nos pedidos.

Apesar do bom desempenho dos demais canais, as Lojas de Departamentos continuam como o principal segmento de compras no e-commerce: os pedidos representaram 50% do total em 2019, frente a 49% em 2018. Já o faturamento foi de 67% do total vendido online, com leve recuo em relação ao ano anterior, quando chegou a 68%.

Já as vendas de Autosserviço representaram 5% do total de pedidos em 2019, e ficaram em segundo lugar na importância de faturamento, com 7% do montante do comércio eletrônico brasileiro.

BLACK FRIDAY SE CONSOLIDA COMO A PRINCIPAL DATA SAZONAL PARA O E-COMMERCE

A Black Friday 2019 consolidou a data como a mais importante para o e-commerce brasileiro, com faturamento de R$ 3,21 bilhões e uma alta de 24% sobre o mesmo período de 2018. Os dias de promoção superaram as compras online para o Natal, que faturou R$ 2,60 bilhões em vendas.

BRASILEIROS PASSAM A COMPRAR MAIS EM SITES INTERNACIONAIS

Em sua pesquisa sobre o avanço do consumo online em sites de fora do Brasil, a Ebit|Nielsen identificou um aumento de 67% no faturamento desse tipo de compras, na comparação com 2018, totalizando R$ 12,9 bilhões. Houve um crescimento de 18% no número de brasileiros que compraram em sites internacionais (2019 vs. 2018).

PANDEMIA DE COVID-19 TRAZ NOVA REALIDADE DE CONSUMO ONLINE

Na metade do mês de março deste ano, o Brasil entrou em estágio de restrições sociais para tentar frear o avanço da COVID-19 no país. Diante disso, os consumidores foram às compras e esses movimentos tiveram forte impacto no e-commerce brasileiro.

Entre os dias 17 de março e 27 de abril de 2020, etapa com restrições de circulação, o comércio online brasileiro chegou a R$ 8,4 bilhões em faturamento, variação de 48,3% sobre o período de 19 de março a 29 de abril de 2019 (R$ 5,7 bilhões). As quatro principais categorias que promoveram o crescimento das vendas online nessa fase foram: Eletrônicos, Casa&Decoração, Informática e itens de consumo rápido (FMCG).

O crescimento do comércio online ocorreu em todas as regiões brasileiras no período, com maior contribuição do Nordeste, Sudeste e Sul, em função da sua importância para o e-commerce.

Nestas semanas, 31% dos consumidores que realizaram compras onlines em Autosserviço declaram realizar pela primeira vez. Em 2019, no mesmo período de análise, esse número foi de 16%.

Acesse neste link a versão free da 41a edição do Webshoppers.

E-commerce segue em alta

COMPRAS ONLINE SEGUEM TENDÊNCIA DE ALTA, MAS VENDAS DE ITENS DE GIRO RÁPIDO CAEM PELA PRIMEIRA VEZ DESDE O INÍCIO DA PANDEMIA

EBIT|NIELSEN: COMPRAS ONLINE SEGUEM TENDÊNCIA DE ALTA, MAS VENDAS DE ITENS DE GIRO RÁPIDO CAEM PELA PRIMEIRA VEZ DESDE O INÍCIO DA PANDEMIA

Itens de giro rápido (FMCG) têm primeira semana de retração no e-commerce (-26,9%) por conta de redução do volume de pedidos e após semana mais forte impulsionada pela Páscoa.
Aumento das vendas foi de 3,3% entre os dias 14 e 20 abril, na comparação com a semana anterior.

São Paulo, 27 de abril de 2020. As vendas online cresceram 3,3% entre 14 e 20 de abril em relação à semana anterior, mantendo a tendência de alta no comércio eletrônico brasileiro em meio à pandemia da COVID-19. A informação é da Ebit|Nielsen, referência na análise de dados de e-commerce no Brasil.

O maior faturamento ocorreu graças à alta do ticket médio entre os períodos verificados, de R$ 394 para R$ 410, e as categoria que mais se destacaram nesse período foram Telefonia&Celular (+17,6%), Moda&Acesso?rios (+12,1%) e Eletro?nicos (+7,3%).

Entretanto, pela primeira vez desde o início da fase de restrições impostas pela pandemia em março, os ítens de giro rápido (FMCG) registraram retração de 26,9%. De acordo com Julia de Ávila, líder Ebit|Nielsen, essa queda aconteceu em função da redução do volume de pedidos de 25,4% e pelo efeito estatístico da comparação com o bom desempenho da semana anterior, puxado por maiores pedidos de itens de Páscoa.

"Desde o começo da crise da COVID-19, estamos acompanhando uma tendência de crescimento nas vendas de e-commerce. Apesar desse movimento de aumento ter se mantido, ainda na?o e? possi?vel determinar um padra?o de comportamento do consumidor brasileiro no e-commerce", explicou Julia.

Alguns segmentos, como FMCG, crescenta Julia, mostram que é necessário cautela para fazer projeções.

"As vendas via internet de FMCG apresentavam, até então, grande destaque, mas tivemos essa retração como um movimento natural, após os lares se abastecerem no início do mês".

A queda no giro rápido (FMCG), segundo a Ebit|Nielsen, foi mais acentuada nas subcategorias de Hortifrutigranjeiros (-54%), Cesta Básica (-53%) e Carnes (-43%). Por outro lado, aumentaram as vendas de produtos para Mãos e Pés (+26%), Higiene/Saúde para Bebê (+17%) e Papinha para Bebê (+10%).

Neste período analisado, o prazo de entrega caiu de 18 para 16 dias corridos, mas ainda está acima dos 10 dias médios registrados antes das restrições impostas para a contenção da COVID-19.

Dia das Mães

De acordo com a Ebit|Nielsen, esse cenário de alta deve continuar devido ao anúncio de flexibilização das restrições de circulação em algumas regiões do país.

Nas próximas semanas, as vendas pré-Dia das Mães também podem incrementar a performance do comércio online. A expectativa é que as vendas de e-commerce para a data comemorativa aumentem em 40% em relação à 2019 (comparação 25/04 a 09/05/2020 vs. 27/04 a 11/05/2019).

No ano passado, o faturamento nesse período foi de R$ 2,2 bilhões, com destaque para as categorias de Moda&Acessórios e Perfumaria&Cosméticos.

Novos Consumidores de autoserviço aumentam em março

NOVOS CONSUMIDORES DE VAREJISTAS DE AUTOSSERVIÇO QUASE DOBRAM NA 3ª SEMANA DE MARÇO

EBIT|NIELSEN: NOVOS CONSUMIDORES DE VAREJISTAS DE AUTOSSERVIÇO QUASE DOBRAM NA 3ª SEMANA DE MARÇO

Resultado entre os dias 19 e 25 de março aponta maiores vendas de produtos de giro rápido, como Alimentos, que aumentam relevância para o e-commerce no geral

São Paulo, 02 de abril de 2020. Com o aumento dos casos confirmados da COVID-19 no Brasil, o número de novos consumidores em varejistas online de Autosserviço cresceu 96% entre os dias 19 e 25 de março, na comparação com a semana anterior - acima da média de 13% do e-commerce total. As informações são da Ebit|Nielsen, referência em análises do comércio eletrônico no país.

Por isso, o aumento nas vendas de produtos de giro rápido (FMCG - fast-moving consumer goods) foi expressivo na semana. Itens da cesta básica, por exemplo, cresceram 165%, seguidos por frios (+106%), hortifrutigranjeiros (+93%), carnes (+59%) e padaria (+52%).

Black Friday Region 2019

Com base neste cenário, o segmento de giro rápido apresentou leve alta na importância no faturamento total. Na última semana, FMGC representou 7% das vendas do e-commerce brasileiro, contra 4% no começo de março.

Como ainda é uma categoria de pouca relevância, no entanto, o desempenho positivo não foi capaz de compensar a retração de categorias maiores, como Eletrodoméstico e Casa&Decoração, que impulsionaram a baixa do total de compras online em 16,4% neste período.

FRETE

Para estimular as vendas das categorias mais importantes em faturamento, o e-commerce ampliou o oferecimento de frete grátis. De acordo com o levantamento da Ebit|Nielsen, por exemplo, mais de 70% do catálogo de Moda&Acessórios na semana passada teve oferta de entrega sem custo.

No entanto, com base na análise da Ebit|Nielsen, houve maior preocupação por parte dos lojistas sobre o cumprimento do prazo de entrega. Como resposta em forma de precaução, elevaram o tempo prometido: o prazo médio de entrega no começo de março era de 12 dias*, já na semana passada subiu para 19 dias*. Um exemplo é a categoria de Alimentos e Bebidas, cujo período de entrega médio aumentou em 4 vezes na última semana.

*tempo de frete em dias corridos

Vendas online de produtos aumentam em fevereiro

VENDAS ONLINE DE PRODUTOS DE LIMPEZA, DE BEBÊS E ALGUNS MANTIMENTOS AUMENTAM EM FEVEREIRO

EBIT|NIELSEN: VENDAS ONLINE DE PRODUTOS DE LIMPEZA, DE BEBÊS E ALGUNS MANTIMENTOS AUMENTAM EM FEVEREIRO

Alta coincide com começo da crise do novo coronavírus. Vendas de álcool em gel seguem em alta e disparam com anúncio de pandemia

São Paulo, 19 de março de 2020.A procura dos brasileiros por itens relacionados à limpeza, produtos para bebê e alguns mantimentos cresceu de forma significativa entre janeiro e fevereiro deste ano, período em que começaram a ser confirmados os primeiros casos de coronavírus no país. E as vendas de álcool em gel seguem em forte expansão em março. As informações são da Ebit|Nielsen, referência em análises do comércio eletrônico no Brasil.

As vendas online de "gel antisséptico higienizador de mãos" no Brasil, após o anúncio de pandemia, atingiram o maior nível do mês de março. Elas já haviam crescido 4 vezes no mês passado e ultrapassado faturamento total de R$ 1 milhão.

A subcategoria "álcool gel", que antes representava menos de 1% da categoria "Saúde", no dia 16 de março deste ano chegou a 9% do faturamento. Ou seja o total comercializado -- dado nominal -- ultrapassou o montante comercializado durante todo o mês de fevereiro do ano corrente.

O aumento no volume de compras online de produtos, como termômetros e desinfetantes, também foi resultado direto da crise decorrente do novo coronavírus. O primeiro cresceu 45% e o segundo item, 14% no período, com faturamentos de R$ 793,140 mil e de R$ 828,037 mil, respectivamente.

Já fraldas (26%), papinhas (51%) e lenços umedecidos (10%) também tiveram destaque no crescimento das vendas em fevereiro na comparação com janeiro, segundo a Ebit|Nielsen.

Destaque também para o aumento de 10% nas compras de comidas enlatadas e conservas, para um valor total de quase R$ 1,5 milhão em fevereiro.

Os itens que registraram crescimento de vendas online estão na contramão da média do mês, que apontou queda de 20% no faturamento na comparação com janeiro. As compras desses itens chamam atenção, portanto, porque historicamente o segundo mês do ano tem faturamento menor do que o primeiro, que, além de ter mais dias, é marcado por saldões.

Veja a tabela completa dos itens que se destacaram em fevereiro:

Black Friday Region 2019

Crecimento nas venda de alcool em gel

VENDAS DE ÁLCOOL EM GEL CRESCEM 4 VEZES EM FEVEREIRO CONTRA JANEIRO

EBIT|NIELSEN: VENDAS DE ÁLCOOL EM GEL CRESCEM 4 VEZES EM FEVEREIRO CONTRA JANEIRO

Volume de pedidos cresceu 28%, destaque ficou para os produtos de menor valor agregado

São Paulo, 13 de março de 2020.A procura dos brasileiros por itens relacionados a limpeza, alguns mantimentos e itens para bebê cresceu de forma significativa entre janeiro e fevereiro coincidindo com o começo do crescimento dos casos do novo coronavírus no país. A informação é da Ebit|Nielsen, referência em análises do comércio eletrônico no Brasil.

As vendas online de produtos como termômetro e desinfetante cresceram 45% e 14% no período, atingindo um faturamento de R$ 793,140 mil e de R$ 828,037 mil, respectivamente.

Já fralda (26%), papinha (51%) e lenço umedecido (10%) também tiveram destaque no crescimento do faturamento em fevereiro na comparação com janeiro, segundo a Ebit|Nielsen.

O crescimento das vendas desses itens chamam atenção porque historicamente fevereiro é um mês com faturamento menor do que janeiro. Além de ter mais dias, o primeiro mês do ano é marcado por que é um mês típico de saldões.

Vendas online de gel antisséptico higienizador de mãos cresceram quatro vezes em fevereiro na comparação com janeiro deste ano, superando o faturamento de R$ 1 milhão no período.

A procura pelo produto ficou mais intensa a partir da confirmação do primeiros caso no país, em 26 fevereiro, levando os brasileiros a intensificar as compras do produto. A partir desta data, a EbitINielsen registrou o maior pico no volume de vendas de álcool em gel em fevereiro, fazendo com que o resultado do mês superasse todo o de janeiro em quatro vezes.

O desempenho do item ?álcool de limpeza? também foi expressivo neste período. A expansão em fevereiro foi de 25% na comparação com janeiro e duas vezes maior em relação a dezembro do ano anterior. Neste caso, o faturamento total também ultrapassou R$ 1 milhão.

Cyber Monday

Varejo online do Brasil fatura R$ 412 milhões na cyber monday, alta de 11% sobre a data em 2018.

EBITINIELSEN: VAREJO ONLINE DO BRASIL FATURA R$ 412 MILHÕES NA CYBER MONDAY, ALTA DE 11% SOBRE A DATA EM 2018

Volume de pedidos cresceu 28%, destaque ficou para os produtos de menor valor agregado

São Paulo, 3 de dezembro de 2019. Na segunda-feira pós Black Friday, a chamada Cyber Monday, quando o varejo online realiza promoções principalmente para as áreas de informática e eletrônicos, o faturamento foi de R$ 412 milhões, alta de 11% sobre 2018 (R$ 372 milhões). Os dados são da EbitINielsen, referência na mensuração de e-commerce no Brasil, que aponta também um avanço de 28% no volume de pedidos na Cyber Monday 2019 (966 mil) na comparação com o mesmo dia do ano passado (752 mil). Com a aquisição de um número maior de produtos, porém de menor valor agregado, o tíquete médio desta data foi de R$ 427, uma redução de 14% em relação a 2018 (R$ 494).

Apesar do ritmo de compras ter se mantido, a alta registrada nas vendas da Cyber Monday ficou abaixo do percentual de expansão da Black Friday deste ano (dias 28 e 29 de novembro), quando o comércio eletrônico do Brasil cresceu 23,6% em faturamento (R$3,2 bilhões).

PEDIDOS VIA MOBILE CRESCERAM 73%

Assim como em todos os dias da Black Friday, o consumidor brasileiro seguiu comprando a partir de dispositivos móveis. A expansão foi de 73% para esta Cyber Monday, com 51% dos pedidos feitos por este meio (496,8 mil), sendo que em 2018 o número foi de 38% (286,5 mil). O faturamento via dispositivos móveis foi de R$ 199,1 milhões, crescimento de 52% sobre o ano anterior, quando esse total chegou a R$ 131,1 milhões. O tíquete médio para as compras via mobile foi de R$ 401, queda de 12% na comparação com 2018, que registrou valor médio de R$ 458.

Icon Time Nielsen

PERÍODO: Bases comparativas entre os dias que abrangem a Black Friday (00h00 de quinta e 23h59 da sexta-feira) em 2019 - 28 e 29 de novembro - e em 2018 - 22 e 23 de novembro. Fim de semana pós Black Friday, comparativo entre os dias 30 de novembro e 1 de dezembro de 2019, versus 24 e 25 de novembro de 2018. A Cyber Monday 2019, acontece dia 02 de dezembro, em 2018 foi em 26 de novembro.

Fim de semana pós Black Friday

Sábado e domingo pós black friday mantêm ritmo de compras e e-commerce fatura R$ 1,15 bilhão.

EBIT|NIELSEN: SÁBADO E DOMINGO PÓS BLACK FRIDAY MANTÊM RITMO DE COMPRAS E E-COMMERCE FATURA R$ 1,15 BILHÃO

São Paulo, 2 de dezembro de 2019. O fim de semana pós-Black Friday foi de compras para o consumidor brasileiro, que continuou aproveitando as ofertas do varejo online. Dados da EbitINielsen, referência em mensuração do comércio online, indicam faturamento de R$ 1,15 bilhão na soma de sábado e domingo, crescimento de 21% na comparação com 2018, quando o total em vendas neste dias foi de R$ 949 milhões. Já o volume de pedidos chegou a 2,43 milhões, versus 1,87 milhão no mesmo período do ano anterior, variação de 30%. O tíquete médio teve queda de 7% frente a 2018 (R$ 507), ficando em R$ 471.

"O brasileiro continuou adquirindo ao longo deste fim de semana, mas pela análise do tíquete médio, verificamos que foram itens de menor valor agregado. O final de semana foi usado para terminar as compras da Black Friday em si, quando as escolhas se concentraram mais em produtos de maior valor", analisa a líder de EbitINielsen, Ana Szasz.


Variação Black Friday 2019

VENDAS VIA MOBILE SEGUEM RITMO FORTE

As vendas durante este fim de semana por meio de dispositivos móveis chegaram a R$ 668 milhões, alta de 67% face a 2018 (R$ 401 milhões). A EbitINielsen verificou ainda uma expansão de 81% no volume de pedidos durante o sábado e o domingo de 2019 (1,5 milhão), enquanto no ano anterior o total foi de 832 mil pedidos. Na comparação com 2018, o tíquete médio para as compras por esse meio tiveram queda de 8%: R$ 444 (2019) e R$ 482 (2018).

PARTICIPAÇÃO POR REGIÕES

No recorte regional, a Ebit|Nielsen indica que no final de semana pós-evento a região Sudeste continuou liderando em faturamento com R$738 milhões, seguida pelo Sul com R$164 milhões. O Nordeste aparece logo após com R$134 milhões, Centro-Oeste com R$80 milhões e, por último, o Norte com R$34 milhões.

Black Friday Region 2019

CYBER MONDAY

A EbitINielsen seguirá com seu monitoramento ao longo desta segunda-feira (02/12), a chamada Cyber Monday. O dia é de promoções de produtos eletrônicos e de informática.

Icon Time Nielsen

PERÍODO: Bases comparativas entre os dias que abrangem a Black Friday (00h00 de quinta e 23h59 da sexta-feira) em 2019 - 28 e 29 de novembro - e em 2018 - 22 e 23 de novembro. Fim de semana pós Black Friday, comparativo entre os dias 30 de novembro e 1 de dezembro de 2019, versus 24 e 25 de novembro de 2018.

Balanço Black Friday

Varejo online do Brasil cresce 23,6% e supera expectativas com faturamento de R$3,2 bilhôes na black friday.

EBIT|NIELSEN: VAREJO ONLINE DO BRASIL CRESCE 23,6% E SUPERA EXPECTATIVAS COM FATURAMENTO DE R$3,2 BILHÕES NA BLACK FRIDAY

Pedidos via mobile têm alta de 103%

São Paulo, 30 de novembro de 2019. O varejo online brasileiro faturou R$ 3,2 bilhões na Black friday 2019 (quinta e sexta-feira), segundo dados da Ebit|Nielsen, referência na mensuração de dados de comércio online no Brasil. O número é 23,6% maior ao registrado no mesmo período do evento em 2018, quando as vendas totalizaram R$ 2,6 bilhões. O tíquete médio teve uma pequena queda de 1,1% frente ao ano passado (R$ 608), ficando em R$ 602.

"Os números da Black Friday comprovam que o evento já faz parte do calendário de compras do brasileiro, com crescimento ano a ano. Nesta edição, vemos que as pessoas compraram diferentes tipos de produtos, ou seja, a alta não foi puxada apenas pelos mais caros. Do ponto de vista do varejo, observamos players tradicionais ainda mais preparados, com entendimento do que o mercado queria. Somado a isso, lojas que não tinham feito uma BlackFriday anterior tão boa e lojas/marcas que apesar de já existirem online, fizeram a sua primeira grande BlackFriday este ano. Esses fatores, junto a um consumidor preparado para comprar online, ajudaram a garantir o sucesso da Black Friday 2019", destacou a líder de Ebit|Nielsen, Ana Szasz.

Durante a quinta e sexta-feira (28 e 29 de novembro) foram registrados 5,33 milhões de pedidos, expansão de 25% na comparação com o mesmo período do ano anterior (4,27 milhões).

VENDAS VIA MOBILE PASSAM DE 55% DO TOTAL DE PEDIDOS

As vendas durante a Black Friday confirmam a tendência do consumidor de adquirir a partir de dispositivos móveis. Assim como no ano passado, esse movimento foi crescente e nas 48 horas entre a quinta e a sexta-feira de 2019, a EbitINielsen identificou que 55% dos pedidos foram feitos a partir de celulares. Na comparação com 2018, a alta foi de 103%. O faturamento via mobile neste ano chegou a R$ 1,7 bilhão, enquanto nos mesmos dias do ano passado foi de R$ 830 milhões, uma expansão de 95%. O tíquete médio para a compras por esse meio foi de R$ 574, frente aos R$ 552 do ano anterior, alta de 4%.

"Já vínhamos falando ao longo do ano sobre "Mobile First" (dispositivos móveis em primeiro lugar) e de fato essa BlackFriday se consolidou como o evento onde mais compras foram feitas por este formato. Garantir uma boa experiência mobile foi o diferencial para bons resultados", explica Szasz.

NÚMERO DE NOVOS CONSUMIDORES ONLINE CRESCE 12%

As promoções online da Black Friday 2019 levaram 418 mil brasileiros a comprar pela primeira vez via internet, uma alta de 12% em relação a 2018. A base total de compradores online no Brasil neste ano foi de 2,85 milhões, uma expansão de 18,1% versus a mesma data no ano passado.

Entre os motivadores para a adesão ao varejo online pelos brasileiros, a EbitINielsen destaca que Instagram ultrapassou o Facebook e se tornou a mídia que mais motiva as compras.

Motivadores Black Friday 2019

PARTICIPAÇÃO POR REGIÕES

No recorte regional, a Ebit|Nielsen indica que na quinta-feira de Black Friday 2019, a região Sudeste liderou o volume de pedidos com 64%, seguida pelo Sul com 14%. O Nordeste aparece logo após com 12% das compras, Centro-Oeste com R$80 milhões e, por último, o Norte com 3%

Black Friday Region 2019

Black Friday Region 2019

BLACK FRIDAY PROLONGADA E CYBER MONDAY

As promoções de Black Friday não se encerraram nesta sexta-feira (29/11), muitos varejistas devem continuar com as promoções ao longo deste sábado e domingo. A EbitINielsen seguirá com seu monitoramento ao longo destes dias e, pela tendência dos últimos dias, os consumidores devem continuar comprando.

Para quem deseja comprar produtos eletrônicos e de informática, na segunda-feira (02/12) acontece a Cyber Monday, data também importada do calendário do comércio norte-americano destinada a produtos destas categorias.

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PERÍODO: Bases comparativas entre os dias que abrangem a Black Friday (00h00 de quinta e 23h59 da sexta-feira) em 2019 - 28 e 29 de novembro - e em 2018 - 22 e 23 de novembro.

Balanço Inicial Black Friday

Faturamento das 7 primeiras horas da sexta de black friday chega a R$ 362,1 milhões, alta de 69% sobre 2018.

EBIT|NIELSEN: FATURAMENTO DAS 7 PRIMEIRAS HORAS DA SEXTA DE BLACK FRIDAY CHEGA A R$ 362,1 MILHÕES, ALTA DE 69% SOBRE 2018

Quinta-feira fechou com crescimento de 20% em relação a 2018

São Paulo, 29 de novembro de 2019. As primeiras 7 horas de vendas sexta-feira de Black Friday no e-commerce totalizaram R$362,1 milhões, segundo dados da Ebit|Nielsen. O número é 69% superior ao mesmo período de 2018, quando as vendas para este dia somavam R$ 213,8 milhões. Em 7 horas, o varejo online brasileiro vendeu metade do total faturado no esquenta Black Friday (25 a 27 de novembro), quando o total foi de R$ 751 milhões. O tíquete médio para as primeiras horas da sexta-feira de Black Friday foi de R$808, crescimento de 5% na comparação com 2018 (R$ 769).

"O consumidor voltou a aderir a virada, e passou literalmente a madrugada online fazendo as suas compras. O pico foi entre meia-noite e 2h da manhã, o tíquete médio mais alto foi registrado nesta mesma faixa de horário R$ 849. O consumidor aposta na virada da Black Friday como uma oportunidade para a compra de produtos de maior valor agregado", explica a líder de Ebit|Nielsen, Ana Szasz.

O volume de pedidos nestas 7 horas de sexta-feira de Black Friday foi de 448 mil, variação de 61% frente ao mesmo período de 2018 (278 mil). Entre 5h e 6h da manhã, o volume de pedidos atingiu 28 mil, uma variação de 206% na comparação com a mesma faixa de horário do ano anterior.


Variação Black Friday 2019

QUINTA-FEIRA DE BLACK FRIDAY CHEGA A R$ 731 MILHÕES EM VENDAS ONLINE

As vendas quinta-feira de Black Friday no e-commerce totalizaram R$ 731 milhões, segundo dados da Ebit|Nielsen. O número é 20% maior que o registrado no mesmo período de 2018, quando as vendas para este dia somavam R$ 608,7 milhões.

O total de pedidos na quinta-feira (28/11) chegou a 1,4 milhão, uma variação de 18% em relação a quinta-feira (22/11) de 2018 (1,2 milhão). O tíquete médio nas 24 horas iniciais da Black Friday foi de R$ 525, alta de 2% frente ao ano passado (R$515).

PARTICIPAÇÃO POR REGIÕES

No recorte regional, a Ebit|Nielsen indica que na quinta-feira de Black Friday 2019, a região Sudeste liderou o volume de pedidos com 66%, seguida pelo Sul com 15%. O Nordeste aparece logo após com 10% das compras, Centro-Oeste com 7% e, por último, o Norte com 2%.

Black Friday Region 2019

BLACK FRIDAY CONFIRMA TENDÊNCIA DE COMPRA VIA MOBILE

Segundo informações da EbitINielsen, 53% dos pedidos da quinta-feira (28/11) foram via mobile (753 mil), uma variação de 77% frente a 2018. Os dados mostram que 51% do faturamento (R$ 377 milhões) foi por meio de dispositivos móveis, alta de 97% em relação ao ano passado.

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PERÍODO: Bases comparativas entre os dias que abrangem a Black Friday (00h00 de quinta e 23h59 da sexta-feira) em 2019 - 28 e 29 de novembro - e em 2018 - 22 e 23 de novembro.

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PODCAST NIELSEN BRASIL: Confira o novo episódio em que os especialistas em e-commerce da Ebit|Nielsen falam sobre o que esperar da Black Friday 2019, as principais oportunidades para a Indústria, o varejo e os marketplaces, bem como quanto a data influência nas vendas do Natal.

Quinta-Feira Black Friday

Nas primeiras 12 horas da black friday, e-commerce cresce 24% e fatura R$ 149 milhões.

EBIT|NIELSEN: NAS PRIMEIRAS 12 HORAS DA BLACK FRIDAY, E-COMMERCE CRESCE 24% E FATURA R$ 149 MILHÕES

Esquenta do evento, entre os dias 25 e 27 de novembro, bate R$ 751 milhões em vendas com alta de 49%

São Paulo, 28 de novembro de 2019. As vendas da Black Friday no e-commerce totalizaram R$ 149 milhões até às 12h desta quinta-feira (28), de acordo com as informações da Ebit|Nielsen. O número é superior ao faturamento registrado no mesmo período de 2018, quando as vendas até esse horário somavam R$ 119,7 milhões. Na comparação, houve um crescimento de 24%.

"Importante lembrar que, em 2018, a Black Friday aconteceu em uma semana anterior da qual está ocorrendo este ano, acompanhada de um feriado optativo (20/11) no esquenta da data. Na edição de 2019, estamos em uma semana à frente, sem feriado, mais próximos do Natal e com uma ressalva importante: o consumidor recebe no dia 29 a primeira parceira do 13°salário. Com dinheiro no bolso e já pensando no Natal, o brasileiro aproveita a oportunidade e a facilidade do e-commerce para realizar as suas compras", explica a líder de Ebit|Nielsen, Ana Szasz.

Já o volume de pedidos ultrapassou a marca de mais de 308,5 mil, expansão de 11% em relação a 2018 (277 mil). Nestas primeiras horas, o tíquete médio foi de R$483, 12% maior que no mesmo período do ano passado (R$ 432).


PARTICIPAÇÃO POR REGIÕES

No recorte regional, a Ebit|Nielsen indica que em 12 horas de promoções da Black Friday 2019, a região Sudeste liderou o volume de pedidos com 66%, seguida pelo Sul com 15%. O Nordeste aparece logo após com 10% das compras, Centro-Oeste com 7% e, por último, o Norte com 3%.

Black Friday Region 2019

PRÉ-BLACK FRIDAY SUPERA EXPECTATIVA DE VENDAS ONLINE

De segunda a quarta-feira (25 a 27 de novembro), no chamado esquenta da Black Friday, o faturamento foi de R$ 751 milhões, alta de 49% sobre o mesmo período de 2018, quando esse valor foi de R$ 505,4 milhões. Durante esses três dias, o volume de pedidos aumentou 46%, 1,93 milhão de pedidos em 2019 frente a 1,32 milhão no ano passado. O tíquete médio ampliou em 12%, indo de R$ 432 em 2018 para R$ 483 em 2019.

"Verificamos que no esquenta da Black Friday deste ano, o varejo se mostrou mais preparado. Conhecendo as necessidades do mercado, ele conseguiu traçar estratégias mais assertivas junto a parceiros e fornecedores, e, assim, antecipar a venda para um consumidor que já tinha a intenção de comprar na data", aponta Szasz.

Nos dias de esquenta do evento, o destaque ficou para as compras via mobile. Segundo os dados Ebit|Nielsen, 53% dos pedidos (1,25 milhão), que representam 51% do faturamento (R$ 380 milhões), foram realizados a partir de dispositivos móveis.

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PERÍODO: Bases comparativas entre os dias que abrangem a Black Friday (00h00 de quinta e 23h59 da sexta-feira) em 2019 - 28 e 29 de novembro - e em 2018 - 22 e 23 de novembro.

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PODCAST NIELSEN BRASIL: Confira o novo episódio em que os especialistas em e-commerce da Ebit|Nielsen falam sobre o que esperar da Black Friday 2019, as principais oportunidades para a Indústria, o varejo e os marketplaces, bem como quanto a data influência nas vendas do Natal.